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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Respeito

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"A bondade é o princípio do tato, e o respeito pelos outros é a primeira condição para saber viver."
 (Henri Frédéric Amiel)
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Respeito foi definido por alguém como a capacidade do ser de se importar com o sentimento do outro. Talvez seja esta a mais completa das definições.
Normalmente, quando nos sentimos ofendidos, desprezados, dizemos apreciar o respeito.
Mas, será que respeitamos os demais?
É fácil sabermos.
Basta que nos perguntemos se somos daqueles que marcamos horário com o médico ou o dentista e, na última hora, por questões de pouca importância, telefonamos desmarcando, sem nos preocuparmos com a agenda do profissional e, muito menos, com eventuais clientes que estariam aguardando em lista de espera por aquela hora que agora não será aproveitada por ninguém.
Acaso somos daqueles que apreciamos estabelecer preço para os serviços profissionais alheios?
Somos dos que pensamos que tal ou qual profissional liberal ganha demais e pode nos fazer um grande desconto?
Mais do que isso.
Alguns de nós dizemos, de maneira desrespeitosa, que o seu trabalho não vale mais do que a quantia que estipulamos.
Desrespeitamos o esforço que o profissional fez para chegar onde se encontra, desconsiderando as inúmeras noites que passou estudando, os plantões intermináveis e exaustivos, as horas de pesquisa.
Não levamos em conta, inclusive, os custos financeiros para completar o curso, para prosseguir no seu aperfeiçoamento, mestrado, doutorado.
Desrespeitamos o trabalho do outro toda vez que lhe dizemos que seu ganho é fácil e rendoso, enquanto o nosso é árduo.
Há falta de respeito sempre que desconfiamos dos outros baseados somente em nossa má fé ou má vontade.
E, no trato com outros profissionais, como os domésticos, jardineiros, pedreiros, carpinteiros, quanta vez os desrespeitamos.
Sempre que estabelecemos jornadas de trabalho muito longas, que exigimos cumprimento de tarefas além do que se considera humanamente possível, que submetemos o outro a situações humilhantes, o estamos desrespeitando.
O respeito deve ser a atitude de todo cristão para com o seu semelhante, seja ele superior ou inferior a si, na escala social e nos degraus da instrução.
Afinal, somos todos membros de uma única família, criados pelo mesmo Deus, nosso Pai.
Acreditemos que, se não aprendermos a respeitar o nosso semelhante, desde as mínimas coisas, não estaremos agindo dentro da Lei de justiça, amor e caridade.
*   *   *
Nas linhas do respeito, atentemos para a natureza que nos cerca.
E, ensinando valores aos nossos pequenos, iniciemos desde cedo a lhes falar do respeito a tudo que nos rodeia e serve.
Falemos-lhe do respeito que nos merecem os animais, as árvores, as flores, os jardins.
E, então, bem mais fácil lhes será entender, na sequência, o respeito aos seres humanos, familiares, idosos, professores, serviçais.
Pensemos nisso.
***
Redação do Momento Espírita.
Em 21.05.2010.
Todos os créditos ao:Momento Espírita
VOLTE SEMPRE.
EU AMO SUA VISITA.
FIQUE COM DEUS.
BEIJOS EM SEU CORAÇÃO COM CHEIRINHO DE JASMIM.

A Caridade do Respeito

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Aquele que tem coragem, honestidade e respeito ao próximo, tem como rotina, pequenas e grandes realizações!
(Eduardo Aques)
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A palavra caridade, tão conhecida das pessoas e instituições que a ela se propõem, nem sempre é bem entendida e raras vezes é bem praticada.
Salvo raras exceções, as instituições dão coisas às pessoas carentes sem observarem um elemento indispensável na filantropia: o respeito.
Os direitos dos carentes geralmente são desconsiderados.
 Aqueles que lhes oferecem coisas em nome da caridade, por vezes se esquecem de que eles são gente.
Esquecem-se de que têm gosto, preferências, tamanho de roupa, número de calçado e paladar.
Às vezes, eles batem às portas abertas à caridade pela primeira vez e são abordados sem escrúpulos pelos atendentes que os obrigam a lhes fornecer dados e mais dados sobre sua vida íntima.
Afinal, quem está precisando de ajuda que se sujeite a esse tipo de investigação, sem reclamação.
Se o assistido ousa pedir algo diferente, imediatamente recebe a resposta: Se não está bom, pode procurar outro lugar melhor.
É importante que nos perguntemos até que ponto nossa caridade está sendo praticada dentro do modelo ensinado por Jesus.
O parâmetro sugerido pelo Cristo, somos nós mesmos. 
O referencial é sempre aquele que pratica a caridade, pois a recomendação é de fazer aos outros o que gostaríamos que nos fizessem.
Então, temos que nos questionar se gostaríamos de vestir uma roupa de número 50, quando nosso manequim é 42, se calçaríamos um sapato 40 quando nosso número é 36 ou um 32 quando calçamos 38.
Temos ainda que nos perguntar se comeríamos algo que detestamos, ou se ouviríamos uma música que nos irrita, só pelo fato de sermos pobres.
Um dia, vimos uma senhora caridosa oferecer, sem critério algum, roupas usadas a uma mãe carente.
Ela agradeceu, dirigiu-se ao um canto da sala e abriu a sacola para contemplar o que ganhara.
Minutos depois ela retornou, dirigiu-se à senhora e lhe falou com educação: Creio que a senhora se enganou. Lá em casa não tem homem. 
Meu marido morreu e meu dois filhos são menores de dez anos, e na sacola só há roupas masculinas de adultos.
Ora, respondeu secamente a caridosa, e desde quando pobre tem número de roupa e calçado?
É só encher os sapatos com jornal e arregaçar as mangas das camisas e calças!
A mãe, constrangida diante das demais pessoas que a observavam, abaixou a cabeça, tomou as mãos dos filhos e saiu sem dizer uma única palavra.
Ao ganhar a rua ouvimos o filho mais velho, que devia ter uns oito anos dizer, numa tentativa de consolar a mãe que não conseguira conter as lágrimas doloridas que lhe brotavam da alma:
É verdade, mamãe! 
Eu e o mano estamos crescendo rápido, logo logo poderemos usar essas roupas e calçados, por favor, não chore mais mamãe!
* * *
Nem sempre as pessoas que buscam a caridade alheia são desocupadas, ou vivem totalmente às custas dos outros.
Existem mães viúvas que buscam corações sensíveis que lhes ajudem a manter vivos os filhos queridos.
Há filhos órfãos que precisam encontrar uma mão estendida para os livrar das garras da morte.
Há pais de família que, mesmo trabalhando de sol a sol, não ganham o suficiente para manter com vida os filhos doentes.
E não nos esqueçamos jamais, que nenhum de nós está livre de precisar da caridade alheia.
Pensemos nisso!
***
Redação do Momento Espírita
Em 05.07.2010.
Todos os créditos ao:Momento Espírita
VOLTE SEMPRE.
EU AMO SUA VISITA.
FIQUE COM DEUS.
BEIJOS EM SEU CORAÇÃO COM CHEIRINHO DE JASMIM.


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