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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Se Você Soubesse...

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Quem propaga a maledicência atrai o mal sobre si mesmo.
(Textos Judaicos)
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Se você soubesse, meu amigo, o mal que a si mesmo causa quando, aproveitando a ocasião propícia, comenta coisas desabonadoras de alguém ausente...
Se você soubesse as opiniões várias que se passam então em cada mente e a diversidade de pensamentos a seu respeito enquanto você fala...
Se você soubesse a enormidade de espíritos desencarnados, vibrando na mesma sintonia do seu comentário, que se aglomeram em torno de você, tentando-o a falar mais e mais, a depreciar sua vítima...
Se você soubesse o mal imenso que as mentes encarnadas espalham quando presentes ao seu comentário desabonador, pois são mentes espiritualmente empobrecidas, ávidas de assuntos dessa  natureza, prontas para acrescentar a sua dose de despeito, trazendo muito mais do que você fala...
A pessoa visada quase sempre tem virtudes que você desconhece, ou finge desconhecer, mas que outros ali presentes conhecem, por isto mesmo antegozando o prazer de nodoar a vida daquele a quem invejam com a mancha que você expôs, se não com sarcasmo, com malícia ou despeito, porque a maior demonstração de inveja e despeito é justamente a acusação em público e falhas que possamos observar em nossos companheiros de jornada.
Alguma coisa esse alguém possui que lhe causa despeito, algo bom e nobre que você não quer confessar nem a si mesmo, mas que gostaria de possuir; algo como uma qualidade que brilha e torna você ante ele apagado.
Este é justamente o motivo que o leva a despreciá-lo junto aos outros e trazer a público as facetas negativas do caráter de sua vítima, que talvez nem sejam negativas, mas que assim se tornam porque a sua ignorância não consegue descobrir a grandeza e a beleza da virtude sem alarde, sem ostentação, e às vezes até agressiva,  quando necessário.
Se você soubesse que o homem superior não tem tempo para censurar quem quer que seja, pois o seu tempo é pouco para se analisar a si mesmo, se acompanhar para se conquistar...
Se você soubesse, meu amigo, o ridículo a que se expõe, porque, dentre aqueles que ouvem,haverá,por certo, mentes esclarecidas que saberão descobrir, no fundo de tudo que você está falando, o que realmente está procurando ocultar, sua própria frustração, seu complexo...
Se você soubesse que é ridículo,malsão, desumano e anti-cristão profanar-se a vida de alguém que, estando ausente, não se poderá defender de suas injúrias, de sua maledicência...
Se você soubesse o abismo que está abrindo para você mesmo quando seus lábios proferem blasfêmias contra a vida, contra alguém, quando censura maldosamente, quando aponta chagas que a criatura deseja e precisa ocultar até curá-las,manteria sua boca fechada e passaria a tomar conta de si mesmo, alguém que ainda perambula descontrolado e desajustado na estrada escura da ignorância.
Se você soubesse o poder da palavra, a vibração que ela deixa no ar, o que ela pode produzir, saberia valorizar esse dom divino que o Senhor lhe concedeu e só falaria sobre alguém quando tivesse algo edificante para elevar-lhe ainda mais o nível frente aos demais.
Demonstraria altruísmo, amor e compreensão.
Se você soubesse, finalmente, amigo, que nunca estamos sós, que espíritos, não só encarnados, mas, muito mais, desencarnados, se aglomeram para nos assistir e nos conduzir pelos caminhos a que fizemos jus...
Se seus lábios proferem injúrias e maldades, aqueles espíritos desencarnados, que vibram na mesma sintonia, o tomam conta como seu protegido e são capazes até de proporcionar-lhe condições materiais vantajosas como engodo, na realidade, porém,eles vão sorrateiramente arrastando você para o vale da sombra e da morte, onde mais veneno lhe será oferecido; como viciado, você sorverá prazerosamente essas taças, para destilá-las por onde passa - o veneno da discórdia - e assim irá caindo degrau em degrau da espiritualidade, até nada mais restar senão um ser inferior como forma humana.
Mas se seus lábios só se abrirem para proferir o bem, para ajudar com a palavra simples e humilde que seja, mas sincera e amiga, encorajando aos desencantados da vida, orando pelos que sofrem e que já não sabem orar, abençoar, bendizendo a vida  em qualquer de seus aspectos, então, amigo, Seres de Luz marcharão ao seu lado, iluminando sua estrada, e você será na Terra um farol que poderá iluminar estradas pedregosas, difíceis, onde seus companheiros que ainda tateiam nas trevas, e que já estão gritando por misericórdia, estão despertando e precisando apenas de ajuda.
Se você soubesse o bem que me está fazendo, minha irmã, em transmitir esse recado aos nossos companheiros terrenos; se você soubesse como poderá ser utilizada na propagação da sublime doutrina do Amor Universal, pautando sempre a sua vida dentro da moral e da justiça, por certo, jamais se recusaria a atender aos chamados de socorro, pois lhe entregamos uma varinha mágica e com ela queremos que toque em tudo por onde passar.
Assim verá belos milagres de fé se apresentarem ante seus olhos atônitos.
Não se recuse a dizer na íntegra essa  mensagem, que é do seu amigo.
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Mensagem do Livro Eu Sou o Caminho de Cenyra Pinto
Volte Sempre!
Eu Amo sua Visita.
Fique com Deus.
Beijos em seu coração com cheirinho de Jasmim.

sábado, 29 de outubro de 2011

Falar dos Outros

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"Não fale, não conte detalhes, não satisfaça a curiosidade alheia.
A imaginação dos outros já é difamatória que chegue.
Martha Medeiros
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Você já reparou o quanto as pessoas falam dos outros?
Falam de tudo.
Da moral, do comportamento, dos sentimentos, das reações, dos medos, das imperfeições, dos erros, das criancices, ranzinzices, chatices, mesmices, grandezas, feitos, espantos.
Sobretudo falam do comportamento.
E falam porque supõem saber.
Mas não sabem.
Porque jamais foram capazes de sentir como o outro sente.
Se sentissem não falariam.
Só pode falar da dor de perder um filho, um pai que já perdeu, ou a mãe já ferida por tal amputação de vida.
Dou esse exemplo extremo porque ele ilustra melhor.
As pessoas falam da reação das outras e do comportamento
delas quase sempre sem jamais terem sentido o que elas sentiram.
Mas sentir o que o outro sente não significa sentir por ele.
Isso é masoquismo.
Significa perceber o que ele sente e ser suficientemente forte para ajudá-lo exatamente pela capacidade de não se contaminar com o que o machucou.
Se nos deixarmos contaminar (fecundar?) pelo sentimento que o outro está sentindo, como teremos forças para ajudá-lo?
Só quem já foi capaz de sentir os muitos sentimentos do mundo é capaz de saber algo sobre as outras pessoas e aceitá-las, com tolerância.
Sentir os muitos sentimentos do mundo não é ser uma caixa de sofrimentos.
Isso é ser infeliz.
Sentir os muitos sentimentos do mundo é abrir-se a qualquer forma de sentimento.
É analisá-los interiormente, deixar todos os sentimentos de que somos dotados fluir sem barreiras, sem medos, os maus, os bons, os pérfidos, os sórdidos, os baixos, os elevados, os mais puros, os melhores, os santos.
Só quem deixou fluir sem barreiras, medos e defesas todos os próprios sentimentos, pode sabê-los, de senti-los no próximo.
Espere florescer a árvore do próprio sentimento.
Vivendo, aceitando as podas da realidade e se possível fecundando.
A verdade é que só sabemos o que já sentimos.
Podemos intuir, perceber, atinar; podemos até, conhecer. Mas saber jamais.
Só se sabe aquilo que já se sentiu.
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Arthur da Távola
Todos os créditos ao Autor acima.
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VOLTE SEMPRE.
EU AMO SUA VISITA.
FIQUE COM DEUS.
BEIJOS EM SEU CORAÇÃO COM CHEIRINHO DE JASMIN.
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