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sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Mulheres que Amam Demais (Dependência Afetiva)

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Muitas pessoas independentemente de sexo, religião, status e cor sofrem por serem dependentes de outras emocionalmente e muitas ainda tem o acréscimo de serem dependentes financeiramente de maridos que as vezes as maltratam, as humilham...
Você saberia me dizer a que ponto chega uma pessoa dependente por Amor, carinho e atenção?
Muito longe e muitas vezes acabam se suicidando em nome de um amor que só as faz ser menos.
Claro que existe tratamento para tudo isso, mas a dependência afetiva passa pelos mesmos caminhos ou até piores que os dependentes químicos, não tem como diferenciar muito, pois nas mulheres que amam demais a sua droga é o Homem que é tudo para elas, no qual muitas oferecem suas vidas só por migalhas de amor.
É alarmante o número de mulheres e homens que se entregam por um amor e muitas das vezes os que estão ao seu lado os enganam e os faz sofrer.
Muitos se aproveitam de sua dependência, para roubá-los, humilhá-los, usarem e depois dispensam eles como lixos, nem cogitam que tudo que se faz a alguém se é cobrado pela justiça divina essa ninguém escapa, pois todos nós temos livre- arbitro e fazemos com ele o que quisermos.
Se você sofre por amar demais alguém minha amiga e meu amigo, saiba que você necessita de muita orientação, uma base espiritual muito forte e muita força de vontade de sair dessa condição.
Por isso indico um livro a vocês, conheci a autora e fiquei perplexa com sua história, onde ela chegou por amar demais sua vida toda.
Uma história real e o mais incrível foi que ela se tornou espirita kardecista e nesse caminhar ela teve muito mais força e entendimento de tudo que estava acontecendo em sua vida.
Bem eu gosto de histórias reais, sempre temos lições poderosas e emocionantes para aplicarmos em nossas vidas.
Flora Dominguez foi A Mulher que Amou Demais, vale a pena ler seu livro e aprender com sua história de vida.
Abaixo vou deixar o link do livro para se vocês quiserem comprar, também estará a venda aqui no blog se vocês quiserem adquiri-lo.
Um grande beijo e analise bem seus sentimentos para que nunca você sofra como muitas sofrem.
Se quiserem adquirir o livro é só clicar no link abaixo que diz comprar o livro A Mulher que Amou Demais.
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sábado, 22 de agosto de 2015

A Mulher que Amou Demais ( Livro )

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Flora Dominguez é uma mulher normal que resolveu contar a história de sua vida. teve a coragem de expor seus sentimentos e com isso tem ajudado algumas pessoas a refletir sobre um assunto que é pouco divulgado nas redes.
Mulheres que amam demais, são dependentes do parceiro emocionalmente e quando isso acontece gera uma grande insegurança em suas vidas.
Vou deixar aqui um trecho do livro que eu acompanho e que nos leva a refletir sobre um sentimento que muitos falam que é o Amor, mas para essas mulheres é um grande sofrimento.
Acredito que todos vão se emocionar, rir e aprender com uma história real.
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OBRA REGISTRADA NA BIBLIOTECA NACIONAL. DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS PELA LEI N. 9.610. PLÁGIO É CRIME.
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O Iníco de tudo
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Era uma sexta-feira quando conheci  Fernando aquele que eu permiti invadir meus sentimentos mais sinceros, fomos apresentados por Lucas um amigo em comum. Quando apertei sua mão um frio percorreu minha espinha e senti a sensação que aquele homem mudaria a minha vida, eu sempre fui daquelas mulheres que dá ouvidos a sua intuição, mas não quis ouvi-la e comecei uma amizade com aquele homem aparentemente interessante, eu me perguntava o que fazia um homem daquele estar sozinho, mal sabia eu que ele era uma bomba atômica, que num simples toque explodiria minha vida em pedaços, em várias direções.
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Nos tornamos amigos ele falava dos problemas, dos pensamentos, os sentimentos, e eu ali como uma boa menina ouvindo e aconselhando, no fundo eu não entendia o porquê de dar tanta atenção para um homem que ficava o tempo todo só falando de si mesmo e seus relacionamentos problemáticos com mulheres que saíram em fuga por não aguentar a relação doentia na qual elas tinham vivido ao lado dele. Fernando era um homem interessante foi assim que minha mente reproduziu para mim naquele instante, me levava para jantar quase todos os dias, éramos só amigos até apresentei para ele uma amiga minha mas ela saiu em retirada, ela havia me falado que ele tinha algo estranho mas que não sabia o que era, eu havia visto o mesmo mas não quis aceitar que aquele homem estava sozinho, só vinha em minha mente que todas as mulheres que haviam passado por sua vida eram loucas de abandoná-lo e com o acréscimo de traí-lo.
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(Flora Dominguez)
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Leia o livro na íntegra é só clicar no link abaixo da foto.






domingo, 1 de março de 2015

Grupo de Valsa "Amor Eterno"

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Pessoas que fazem a diferença são desses seres que nosso mundo precisa urgentemente, pessoas que por mais que as condições digam não a elas, por mais e mais razões que elas tem de muitas vezes serem amarguradas, egoístas... Essas pessoas fazem seus destinos, escrevem suas histórias com tanta leveza e beleza que Deus sorri para elas e diz: Ainda que muitos digam não a vocês eu estou aqui e eu digo sim, vá em frente. Você pode competir com qualquer pessoa e vence-la , mas vencer a si mesmo é o maior desafio que você encontrará em sua trajetória.  Você pode estar onde for e como for, imerso em lugares onde você pensa que ali nada irá brotar, é nesse lugar que nascem idéias que perfumam a vida de muitas pessoas. 
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Aqui começa a história de uma pessoa que com a dança faz a diferença em sua vida e na vida de muitos jovens, aqui começa a história do "  Grupo de Valsa "Amor Eterno".
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Se o impulso para a vida estivesse adormecido na alma dos moradores de Cajazeiras, jamais eles veriam a beleza e sutileza que a dança proporciona a seus corações.
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No ano de 2000 no projeto 'Samp' (Semana de Arte, Música e Poesia), no Colégio Edvaldo Brandão Correia. Os alunos reuniram-se com José Arlindo, conhecido na localidade como Cachorrão, e José Wilson, trazendo a idéia do baile debutante para o projeto da escola, onde existiam outras modalidades, a exemplo do pagode, hip-hop e da dança afro. 
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No decorrer dos anos, alguns alunos do projeto se empolgaram com a valsa e resolveram criar grupos. Um desses estudantes que foram conquistados pelo ritmo, foi Emanuel Costa, o Mané. Depois de sair de uma festa de 15 anos e ver que muitas pessoas ficaram encantadas pelo balé apresentado, o rapaz teve a sacada de criar o ‘Amor Eterno’, em 2007. Inicialmente, a idéia dele era despertar nos jovens da comunidade a vontade de dançar e conhecer a modalidade, que era desvalorizada e discriminada.
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Ao longo desses sete anos, o grupo passou a ser reconhecido e valorizado pelas apresentações que fazia nas festas, chegando a ser convidado pelo programa Mosaico Baiano, da TV Bahia. Entretanto, o grupo viu a possibilidade de fazer muito mais do que simples apresentações.
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“Um dos momentos que marcaram o grupo foi a visita ao Asilo São Lazaro, localizado na Estrada Velha do Aeroporto. Após a apresentação, tivemos um momento mágico, único e emocionante, no qual ficamos mais próximos dos idosos trocando informações, carinho e atenção. No momento da despedida, alguns idosos nos surpreenderam ao solicitar a nossa permanência no local. Afirmamos que retornaríamos para novas visitas, quando veio uma das idosas com lágrimas nos olhos e muito triste disse-nos: ‘Eu sei que vocês não vão retornar, assim como meu filho que disse que retornaria e já espero há 30 anos’. Com esse desabafo resolvemos sempre realizar ações sociais nos asilos e nos locais mais carentes”, disse Mané, criador do grupo.
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Além da ajuda às instituições carentes, o conjunto luta contra o preconceito aos homossexuais. “Nós temos amigos que são gays e isso me mostrou que é importante mostrar que eles tem valores. No começo, alguns do ‘Amor’ tinham um certo preconceito, mas perceberam que é preciso conviver com as diferenças”, completou Emanuel.
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Para continuar mantendo o sonho de 30 pessoas, número de integrantes no ‘Amor Eterno’, o grupo sobrevive de eventos privados nos quais é cobrada uma taxa que varia de acordo com a quantidade de dançarinos que se apresentam, normalmente são solicitados dez casais e o valor cobrado, neste caso, é de R$ 800 + transporte. Este valor é revertido para manutenção dos figurinos, calçados, acessórios, maquiagens, além do momento social.
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A junção de Amor Eterno & Império
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O presidente atual do Grupo de Dança Império antes da criação do mesmo era componente do Grupo de Dança Amor Eterno situado em Cajazeiras Onze em setembro de 2013. Depois de participar de vários eventos e festivais de valsa, resolveu dar inicio ao projeto desenvolvido em 2011. 
Em 21 de setembro de 2013 Adilson Santana presidente atual do Grupo de Dança Império começou a executar ações sociais que tem como objetivo ocupar o tempo ocioso dos jovens, promovendo lições de moral e respeito na comunidade de Cajazeiras. No final de 2014 o Grupo de Dança Império passou por problemas internos, o que abalou e prejudicou consideravelmente a estrutura do grupo, na mesma época o Grupo de Dança Amor Eterno também enfrentava problemas internos ao ponto de dar fim ao grupo e marcar sua volta em março de 2015. O presidente do Grupo de Dança Império Adilson Santana presenciando o que ocorria nos dois grupos , entrou em contato com Emanuel Costa o presidente do Grupo de Dança Amor Eterno e propôs a junção dos dois grupos, com o propósito de enfrentarem juntos os problemas e assim se tornarem mais fortes no mundo da Valsa.
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A semente de fazer a diferença esta dentro de cada um de nós, esperando apenas que comecemos a planta- la, não importa onde seja, importa que façamos ao invés de esperar que os outros façam.
Que todos possam ter esse Grupo de Valsa " Amor Eterno" como um referencial de que quando você sonha você vai longe.
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Conheço e admiro muito um dos que compõem esse Grupo de Dança que é o Caique Batista
(Conhecido por mim como VBN, o que sempre admirei nele foi a educação, a educação abre muitas portas e tenho certeza que abrirá muitas em sua trajetória.
Desejo de coração que o Grupo de Valsa Amor Eterno construa fortalezas com as pedras que se colocaram em seus caminhos e que em hipótese nenhuma esqueçam que Deus nos deu os sonhos pra sonhar e concretizá-los com a força de nossas almas.
Um grande beijo ao Grupo de Dança Amor Eterno .
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(Sharmayla Amar)
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Créditos de texto e imagens:
 Emanuel Costa
Adilson Santana
Talita Sueli

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Perdas

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Os ventos que às vezes tiram
algo que amamos, são os
mesmos que trazem algo que
aprendemos a amar...
Por isso não devemos chorar
pelo que nos foi tirado e sim,
aprender a amar o que nos foi
dado.Pois tudo aquilo que é
realmente nosso, nunca se vai
para sempre...
*
Bob Marley
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quinta-feira, 18 de julho de 2013

Ame...

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O amor não prende, liberta! 
Ame porque isso faz bem a você, não por esperar algo em troca. 
Criar expectativas demais pode gerar decepções. 
Quem ama de verdade, sem apego, sem cobranças, conquista o carinho verdadeiro das pessoas.
*
(Chico Xavier)

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Prece de uma Criança

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Há pensamentos que são orações.
Há momentos nos quais, seja qual for a posição do corpo, a alma está de joelhos.
(Victor Hugo)
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Era mais uma noite de rotina naquele lar.
Aquela mãe preparava carinhosamente as camas de seus filhos para que eles se acomodassem.
No momento em que a um deles foi desejar boa noite de sono, fez uma pergunta cuja resposta a surpreendeu.
Com o objetivo de verificar se ele havia cumprido os seus afazeres noturnos, perguntou-lhe se tinha arrumado suas roupas da escola, escovado seus dentes com o devido cuidado e feito sua oração.
A criança respondeu que momentos antes tinha arrumado suas coisas pessoais, feito a higiene dentária, mas que não tinha orado.
Diante da resposta inesperada, a mãe começou a repreendê-lo, explicando-lhe a importância de se fazer a prece diariamente.
O garoto de oito anos a interrompeu e lhe disse:
Sabe mãe, não sinto necessidade de orar agora porque eu já rezei hoje em outros momentos do meu dia.
A primeira vez foi quando eu estava indo para a escola.
Chovia na estrada. Então, pedi a Deus que protegesse todos os motoristas e as pessoas que andassem nela.
A segunda vez foi quando cheguei à escola. Havia parado de chover, tinha um sol lindo e meus amigos e eu vimos um arco-íris no céu.
Pensei que aquela visão era um presente de Deus para nós e O agradeci.
A terceira, foi quando conversei com meu anjo de guarda, pedindo a ele que me ajudasse, pois a professora havia passado uma tarefa muito grande e minha mão doía de tanto escrever.
E, por último, quando chegamos em casa depois da escola, vi que nossa cachorrinha tinha melhorado do mal estar. Aí, agradeci a Deus por ela.
*    *    *
Grande exemplo dessa doce criança.
Com ela aprendemos a nos mantermos em contínua oração.
Ela nos mostra que o pensamento, quando parte espontâneo, com sentimento, se transforma em prece clara e simples, mais valiosa do que longas orações ditas por hábito, em horários pré-estabelecidos.
Mostra-nos também, através da sua postura, que podemos ter como objetivo um pedido, um agradecimento ou uma glorificação.
Com seu modo de agir lembra-nos que o poder da prece está no pensamento, que não depende nem das palavras, nem do lugar e nem do momento em que seja feita.
Às vezes, sentimos necessidade de estar em um lugar que favoreça o recolhimento, mas não precisamos de um local específico e nem de um tempo determinado.
Podemos orar em toda parte e a qualquer hora.
A fé faz um grande bem ao coração e induz a alma à prece.
 Por isso é muito importante que plantemos nos corações de nossas crianças, desde cedo, essa semente, para que ela cresça e vá se fortalecendo por toda a vida.
Através da prece elevamos nossa alma a Deus e colhemos a certeza de estarmos com Ele, de forma mais íntima, mais estreita.
Pensemos nisso.
***
Redação do Momento Espírita.
Em 18.02.2012.
Todos os créditos ao:Momento Espírita
VOLTE SEMPRE.
EU AMO SUA VISITA.
FIQUE COM DEUS.
BEIJOS EM SEU CORAÇÃO COM CHEIRINHO DE JASMIM.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Ser feliz é uma Decisão

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Somente quando encontramos o amor, é que descobrimos o que nos faltava na vida.
(John Ruskin)
*
Uma senhora de noventa e dois anos, delicada, bem vestida, com o cabelo bem penteado e um semblante calmo, precisou se mudar para uma casa de repouso.
Seu marido havia falecido recentemente e a mudança se fez necessária, pois ela era deficiente visual e não havia quem pudesse ampará-la em seu lar.
Uma neta dedicada a acompanhou.
Após algum tempo aguardando pacientemente na sala de espera, a enfermeira veio avisá-las que o quarto estava pronto.
Enquanto caminhavam, lentamente, até o elevador, a neta, que já havia vistoriado os aposentos, fez-lhe uma descrição visual de seu pequeno quarto, incluindo as flores na cortina da janela.
A senhora sorriu docemente e disse com entusiasmo:
Eu adorei!
Mas a senhora nem viu o quarto... Observou a enfermeira.
Ela não a deixou continuar e acrescentou:
A felicidade é algo que você decide antes da hora.
Se eu vou gostar do meu quarto ou não, não depende de como os móveis estão arranjados, e sim de como eu os arranjo em minha mente.
E eu já me decidi gostar dele...
E continuou: É uma decisão que tomo a cada manhã quando acordo.
Eu tenho uma escolha, posso passar o dia na cama remoendo as dificuldades que tenho com as partes de meu corpo que não funcionam há muito tempo, ou posso sair da cama e ser grata por mais esse dia.
Cada dia é um presente, e meus olhos se abrem para o novo dia das memórias felizes que armazenei...
A velhice é como uma conta no banco, minha filha... de onde você só retira o que colocou antes.
*   *   *
A lição de uma pessoa idosa e sem a visão dos olhos físicos é de grande profundidade e contém ensinamentos valiosos.
E o primeiro deles é que a felicidade é uma decisão pessoal.
Depende mais da nossa disposição mental do que das circunstâncias que nos rodeiam.
Cada pessoa tem, na intimidade, o potencial de armazenar as belezas que deseja ver em sua tela mental, ainda que, ao seu redor, a paisagem seja deprimente.
Para isso é preciso construir um mundo de felicidade nesse banco de lembranças que Deus ofereceu a cada um de Seus filhos.
E quando se constrói um mundo de paz e felicidade, portas adentro da alma, é possível compartilhar essa realidade com aqueles que nos cercam.
Assim é que se não temos em nossa vida os enfeites que desejamos, arranjemos tudo isso em nossa mente. É uma forma de ver as coisas com olhar positivo e otimista.
Além disso, como toda criação começa na mente, é bem possível que venhamos a concretizar esse sonho alimentado na alma.
Se você ainda não havia pensado nessa possibilidade, pense agora.
Comece, sem demora, a depositar felicidade na conta do banco das suas lembranças, para poder resgatar sempre que desejar.
*   *   *
Se você abrir a janela, pela manhã, e seus olhos físicos puderem ver apenas paisagens deprimentes, abra as janelas da alma e contemple um jardim em flor.
Respire fundo e sinta o perfume de jasmim, de rosas e cravos, ouça o canto dos pássaros que voam, ligeiros, pelo ar.
Perceba a brisa acariciando seu rosto e curta a melodia dos grilos e cigarras que cantam para alegrar suas horas.
Decida ser feliz, ainda que seja uma felicidade que só você pode sentir.
E, lembre-se sempre: a felicidade não depende de como as coisas estão arranjadas, mas de como você as arranja na sua mente.
 ***
Redação do Momento Espírita, com base em história  da Sra. Maurine Jones, contada por Cheri Pape, encontrada no site: http://www.soberrecovery.com/forums/showthread-9941.html
Disponível no livro Momento Espírita, v. 4, ed. Fep.
Em 10.11.2011.
Todos os créditos ao:Momento Espírita
VOLTE SEMPRE.
EU AMO SUA VISITA.
FIQUE COM DEUS.
BEIJOS EM SEU CORAÇÃO COM CHEIRINHO DE JASMIM.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Sol das Almas

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'' ... Volte seu rosto sempre em direção ao sol e então as sombras ficarão para trás ... ''
(Provérbio Chinês)
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É pelo amor, sol das almas, que Deus mais eficazmente atua no mundo.
Você já notou como um belo dia de sol consegue nos fazer bem?
A temperatura pode estar baixa, mostrando os prenúncios do inverno, mas mesmo assim o brilho intenso da estrela solar consegue nos trazer ânimo e esperança.
Algum poeta apaixonado poderia dizer que os raios solares são como um abraço do Criador, fazendo-nos acreditar que estamos seguros, que estamos protegidos.
Mas é através de um outro sol, um sol interior, que o pai mostra-se mais presente em nossas vidas: o amor.
O amor encontrado no coração do homem, manifestado em seus pensamentos e ações; o amor “condição indispensável” para que tudo na vida faça sentido, e tenha valor.
Paulo de Tarso, em sua carta ao povo da cidade de Corinto, afirmava que se não houvesse amor em suas ações, elas não teriam validade, e que se não existisse amor em sua alma, ela nada seria.
O apóstolo ainda trazia a aplicação prática deste ensino, dizendo que “o amor é paciente”, mostrando-nos a virtude da paciência, esta disposição íntima que nos faz esperar com calma, que nos auxilia a evitar a precipitação, que não é passiva, mas é atuante e dinâmica.
“O amor é benigno”, isto é, ele deve irradiar de nossa casa interior, para iluminar outros lares através da caridade, da intenção de fazer feliz aqueles que estão ao nosso redor.
“O amor não arde em ciúmes”, não guarda o sentimento de posse sobre ninguém, pois sabe que não possuímos as pessoas, e que se as amamos, devemos libertá-las.
“O amor não se orgulha, nem se ensoberbece”, é humilde, e faz com que saibamos o nosso devido lugar, conhecendo nossas imperfeições e reconhecendo as dificuldades do próximo, e jamais nos proclamando melhores que alguém.
“O amor não se conduz inconvenientemente”, é delicado, sensível, e se expressa nas pequenas coisas, nas pequenas ações, que são invisíveis aos olhos do mundo, mas que para Deus demonstram nosso interesse e preocupação com as outras pessoas.
“O amor não procura seus interesses”, é espontâneo, não age visando a vantagem, a recompensa.
Ele simplesmente ama, se doa, sem exigir retorno.
“O amor não se exaspera”, é tolerante, compreensivo, e sabe que necessitamos compreender as dificuldades alheias, pois todos, sem exceção, ainda as temos.
“O amor não se ressente do mal”, perdoa.
Não permite que o veneno do ressentimento prejudique nossa saúde física e espiritual.
E, finalmente, Paulo nos ensina que “o amor não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade”, mostrando-nos que devemos ser defensores da verdade, da sinceridade, mas não desta sinceridade dura que atira as verdades no rosto dos outros - deixando assim de ser virtude.
A verdade deve ser revelada com psicologia, com cautela, visando construir, e não destruir o semelhante.
***
O amor decompõe-se em muitas cores, em muitas virtudes.
É este sol das almas que buscamos, cada um de uma forma,  cada um a seu tempo.
Sempre amparados pelo Astro de primeira grandeza que é Jesus, que veio a Terra e permaneceu nestes ares para nos mostrar os caminhos que nos conduzirão ao Criador.
 ***
Fontes:
O Problema do ser, do destino e da dor, de Léon Denis e Henri Drummond, O dom supremo.
Todos os créditos ao:Momento Espírita
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

A Canção do Amor

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Ser profundamente amado por alguém nos dá força;
Amar alguém profundamente nos dá coragem.
(Lao-Tse)
Créditos da Imagem: Donald Zolan
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Quando Karen, como qualquer mãe, soube que um bebê estava a caminho, fez todo o possível para ajudar o seu outro filho, Michael, com três anos de idade, a se preparar para a chegada.
Os exames mostraram que era uma menina, e todos os dias Michael cantava perto da barriga de sua mãe. Afinal, ele já amava a sua irmãzinha antes mesmo dela nascer.
A gravidez se desenvolveu normalmente.
No tempo certo, vieram as contrações.
Primeiro, a cada cinco minutos; depois a cada três; então, a cada minuto uma contração.
Entretanto, surgiram algumas complicações e o trabalho de parto de Karen demorou horas.
Enfim, depois de muito tempo de sofrimento, a irmãzinha de Michael nasceu. Só que ela estava muito mal.
Com a sirene no último volume, a ambulância levou a recém-nascida para a UTI neonatal do Hospital Saint Mary.
Os dias passaram. A menininha piorava. O médico disse aos pais para se prepararem para o pior. Havia poucas esperanças. Karen e seu marido começaram, com muita tristeza, os preparativos para o funeral.
Apenas alguns dias antes estavam arrumando o quarto para esperar pelo novo bebê. E agora, os planos eram outros.
Enquanto isso, Michael pedia todos os dias aos pais que o levassem para conhecer a sua irmãzinha.
Eu quero cantar para ela, dizia.
A segunda semana de UTI entrou e não se sabia se o bebê sobreviveria até o fim dela.
Michael continuava insistindo com seus pais para que o deixassem cantar para sua irmã, mas crianças não podiam entrar na UTI.
Então a mãe, Karen, decidiu: levaria Michael ao hospital de qualquer jeito. Ele ainda não tinha visto a irmã e, se não fosse hoje, talvez não a visse viva.
Ela vestiu Michael e rumou para o hospital. A enfermeira não permitiu que ele entrasse e exigiu que ela o retirasse dali.
Mas Karen insistiu: Ele não irá embora até que veja a sua irmãzinha!
Diante da insistência e sofrimento daquela mãe, a enfermeira levou Michael até à incubadora.
Ele olhou demoradamente para aquela trouxinha de gente que perdia a batalha pela vida e, depois de alguns minutos, começou a cantar com sua voz infantil:
Você é o meu sol, o meu único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro...
Naquele momento, o bebê pareceu reagir.
A pulsação começou a baixar e se estabilizou. Karen encorajou Michael a continuar cantando.
E ele prosseguiu: Você não sabe, querida, o quanto eu a amo. Por favor, não leve o meu sol embora...
Enquanto Michael cantava, a respiração difícil do bebê foi se tornando suave. Continue, querido! - pediu Karen, emocionada.
E Michael sussurava baixinho: Outra noite, querida, eu sonhei que você estava em meus braços...
O bebê começou a relaxar. Michael cantava. A enfermeira começou a chorar.
Você é o meu sol, o meu único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro...
Por favor, não leve o meu sol embora...
No dia seguinte, a irmã de Michael já tinha se recuperado e em poucos dias foi para casa.
O Woman's Day Magazine chamou essa história de O milagre da canção de um irmão.
Os médicos chamaram simplesmente de milagre. Karen chamou de milagre do amor de Deus.
*   *   *
O amor é a presença de Deus no coração das criaturas.
É força incrivelmente poderosa, capaz de modificar as situações mais difíceis.
Quem ama, envolve a pessoa amada em suave bálsamo perfumado que penetra e alivia as dores, os medos, a insegurança.
O amor fortalece a confiança, faz florescer a esperança, renascer a alegria, ressurgir a felicidade.
 ***
Redação do Momento Espírita, com base em fato.
Em 27.10.2008
Todos os créditos ao:Momento Espírita
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Superlativo Amor

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Nada é pequeno no amor.
Quem espera as grandes ocasiões para provar a sua ternura não sabe amar.
(Laure Conan)
*
Quantas vezes você já olhou um casal, passeando de mãos dadas ou abraçado e se perguntou como eles podem se amar, sendo tão diferentes?
Quantas vezes já pensou em como aquela moça tão elegante pode amar aquele homem com ar tão desengonçado?
Ou como aquele homem tão bonito, parecendo um deus da beleza pode amar aquela mulher tão destituída de atrativos?
Toda vez que essas idéias nos atravessam a mente, é que estamos julgando o amor pelo exterior.
Mas, já dizia o escritor de O pequeno príncipe: O essencial é invisível para os olhos.
A propósito, conta-se que o avô do conhecido compositor alemão Mendelssohn, estava muito longe de ser bonito.
Moses era baixo e tinha uma corcunda grotesca.
Um dia, visitando um comerciante na cidade de Hamburgo, conheceu a sua linda filha.
E se apaixonou perdidamente por ela.
Entretanto, a moça, ao vê-lo, logo o repeliu. Aquela aparência disforme quase a enojou.
Na hora de partir, Moses se encheu de coragem e subiu as escadas.
Dirigiu-se ao quarto da moça para lhe falar.
Desejava ter sua última oportunidade de falar com ela.
A jovem era uma visão de beleza e Moses ficou entristecido porque ela se recusava até mesmo a olhar para ele.
Timidamente, ele lhe dirigiu uma pergunta muito especial:
Você acredita em casamentos arranjados no céu?
Com os olhos pregados no chão, ela respondeu: Acredito!
Também acredito. - Afirmou Moses - Sabe, acredito que no céu, quando um menino vai se preparar para nascer, Deus lhe anuncia a menina com quem vai se casar.
Pois quando eu me preparava para nascer, Deus me mostrou minha futura noiva.
Ela era muito bonita e o bom Deus me disse: "Sua mulher será bela, contudo terá uma corcova."
Imediatamente, eu supliquei: "Senhor, uma mulher com uma corcova será uma tragédia. Por favor, permita que eu seja encurvado e que ela seja perfeita."
Nesse momento, a jovem, emocionada, olhou diretamente nos olhos de Moses Mendelssohn.
Aquela era a mais extraordinária declaração de amor que ela jamais imaginara receber.
Lentamente, estendeu a mão para ele e o acolheu no fundo de seu coração.
Casou-se com ele e foi uma esposa devotada.
*   *   *
O amor verdadeiro tem lentes especiais para ver o outro. Vê, além da aparência física, a essência.
E assim, ama o que é real.
A aparência física pode se modificar a qualquer tempo.
A beleza exterior pode vir a sofrer muitos acidentes e se modificar, repentinamente.
Quem valoriza o interior do outro é como um hábil especialista em diamantes que olha a pedra bruta e consegue descobrir o brilho da preciosidade.
É como o artista que acaricia o mármore, percebendo a imagem da beleza que ele encerra em sua intimidade.
Este amor atravessa os portões desta vida e se eterniza no tempo, tendo capacidade de acompanhar o outro em muitas experiências reencarnatórias.
Este é o verdadeiro amor.
*   *   *
No amor, o homem sublima os sentimentos e marcha no rumo da felicidade.
Na perfeita identificação das almas, o amor produz a bênção da felicidade em regime de paz.
 ***
Redação do Momento Espírita com base no cap. Amor verdadeiro, de Barry e Joyce Vissell,
do livro Histórias para aquecer o coração – Edição de ouro, ed. Sextante e verbete Amor,
 do livro Repositório de sabedoria, v. 1, do Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de
Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 09.07.2009.
Todos os créditos ao:Momento Espírita
VOLTE SEMPRE.
EU AMO SUA VISITA.
FIQUE COM DEUS.
BEIJOS EM SEU CORAÇÃO COM CHEIRINHO DE JASMIM.

Se Houvesse Amor

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A medida do amor é amar sem medida.
(Victor Hugo)
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Você já se perguntou, alguma vez, porque certas pessoas cometem crimes ou outros delitos contra si ou contra terceiros?
Talvez a resposta da maioria seria a de que essas pessoas são delinqüentes. Isso é verdade, mas por que se tornaram delinqüentes?
Tomemos como exemplo esses delinqüentes infantis e juvenis, que perambulam pelas ruas e cometem pequenos furtos contra os cidadãos.
Imaginemos que eles tivessem um lar decente, uma mãe amorosa que os acariciasse e educasse.
Tivessem um pai equilibrado, empregado, com salário digno, que lhe permitisse sustentar a família com honradez.
Em última análise, se houvesse amor, eles não estariam pelas ruas, perambulando sem rumo.
Quando uma pessoa, num ato de desespero, põe fim à própria vida, é porque faltou o tempero do verdadeiro amor para envolver suas horas.
Se houvesse amor no lar desses “homens-bomba”, que são usados como explosivos, atirando-se para a morte num ato insano de autodestruição, com certeza não o fariam.
Se tivessem uma mãe ou esposa que os amasse verdadeiramente, envolvendo-os em carícias de afeto e compreensão, não fariam o que fazem.
Se em seu lar deixassem olhares carinhosos de filhos a lhes perguntar: “Papai, quando você volta?
Não demore! Vou esperar você com saudades.
Volte logo, papai!”  - certamente ficariam longe do terrorismo.
Se houvesse mais amor na face da Terra, tudo seria diferente.
O amor é antídoto eficaz contra todo tipo de violência.
Quando o amor adoece, o desespero se instala nos corações.
As explosões de ódios, de vinganças cegas, são resultados de um amor enfermo, pois não se pode odiar alguém que não se conhece.
Só pode haver traição por parte de alguém em quem foi depositada confiança plena.
Ah! Se houvesse amor...
Se houvesse amor não haveria crimes hediondos, nem guerra, nem fome, nem misérias, nem outra violência qualquer.
Se houvesse amor, não faltaria o necessário a nenhum ser humano, porque o amor fraternal não permitiria.
Se houvesse amor não haveria desemprego, nem subemprego, porque só o amor é capaz de desarmar o egoísmo, esse verdugo cruel que alimenta a ganância, a prepotência, o desejo desenfreado de posses materiais.
Ah! Se houvesse amor... Esse sentimento adormecido no íntimo de muitas criaturas...
Um dia, um homem chamado Jesus ensinou que o amor é a chave da felicidade. Resumiu toda a Lei e os profetas na máxima: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo com a si mesmo”.
Mas, infelizmente muitos de nós, que nos dizemos cristãos, temos esquecido esse ensinamento.
Muitos de nós, que nos declaramos seguidores do Cristo, estamos alimentando as grandes guerras com nossas guerras familiares e nosso terrorismo particular e ainda com a nossa beligerância social.
Ah! Se houvesse amor...
Se o amor fosse uma realidade em nosso Mundo, seguramente aqui habitaria a paz.
*   *   *
O amor é de essência divina e todos nós, do primeiro ao último, temos, no fundo do coração, a centelha desse fogo sagrado.
Por isso, amemos e felicitemo-nos, colocando na estrada do amor sinais de luz, a fim de que nunca mais haja sombra por onde o amor tenha transitado a derramar sua invencível claridade.
 ***
Redação do Momento Espírita, sob inspiração de palestra proferida por Raul Teixeira, na cidade de Ponta Grossa-PR no dia 12/10/01.
Todos os créditos ao:Momento Espírita
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BEIJOS EM SEU CORAÇÃO COM CHEIRINHO DE JASMIM.

Quando o Amor acaba

*
As mais lindas palavras de amor são ditas no silêncio de um olhar.
(Leonardo da Vinci)
*
De repente, o que era luz se faz sombra. A época do namoro, as delicadezas e olhares apaixonados dão lugar à amargura, à aridez dos dias.
E muita gente afirma: O amor acabou!
Uma sentença que cai pesada sobre os ombros de quem ouve.
O fim do amor talvez seja a mais triste notícia para um ser humano.
 Afinal, o amor move o Mundo e enche a vida de alegria.
Mas será que o amor acaba?
Afinal, é um sentimento tão forte que ultrapassa a barreira dos relacionamentos pessoais e deságua nas relações sociais.
Onde há um grupamento humano há a necessidade de amor.
Amor de pais, de filhos, de amigos. Amor entre um homem e uma mulher.
Que importa de que tipo é o amor?
Basta que ele exista para que seu perfume imediatamente transforme os ambientes, ilumine os olhos, torne o ar mais leve.
E se é tão essencial o amor, por que o deixamos acabar?
Por que permitimos que ele se amesquinhe e seja sufocado?
É que nem sempre sabemos priorizar o que realmente é importante.
 Nem sempre sabemos cuidar das pessoas que mais amamos.
Por vezes tratamos mal justamente aqueles a quem mais queremos bem. São nossos pais, irmãos, esposos e filhos...
Eles deveriam ser nossa prioridade, mas parecem estar sempre em último lugar.
Para eles deveríamos guardar os gestos de delicadeza, os afagos, as palavras gentis.
Pior ainda é quando permitimos que os abismos e silêncios aconteçam em nossa casa.
É como um câncer, que começa devagarzinho, vai se instalando e se torna incontrolável.
E tudo começa porque deixamos de conversar, de trocar experiências, de compartilhar o espaço que chamamos lar. E assim vamos nos afastando dos seres amados.
E ainda há a negligência. Deixamos de falar, de sorrir, de dar atenção aos de casa.
Concentrados em pessoas com as quais temos contato meramente social, aos poucos substituímos o grupo familiar pelos amigos, colegas de trabalho e até por gente que acabamos de conhecer.
Assim vamos deixando a vida seguir. De repente, quando percebemos, o tempo passou, os filhos estão adultos, os irmãos casaram, os pais morreram.
Ou estão idosos demais sequer para ter uma conversa divertida num fim de tarde.
O trem da vida seguiu e nós nem o vimos passar.
É quando chega o arrependimento, a saudade, a vontade de ficar junto mais um pouco.
Nem sempre é preciso esperar: alguém que morre repentinamente, um acidente, uma doença inesperada.
E percebemos, então, que desperdiçamos o tempo que estivemos ao lado daquela pessoa especial;
daquele filho divertido;
daquela mãe dedicada;
daquele pai amoroso;
daquele companheiro que estava bem ao lado, caminhando junto.
Não. O amor não morre. Nós o deixamos murchar, apagar-se.
É nosso desleixo, desatenção e preguiça que sufocam o amor.
Mas basta regar com cuidado, sorrisos e carinho, para que ele reviva.
Como planta ressequida, o amor bebe as palavras que lhe dirigimos e se reergue.
O amor não morre nunca.
Mesmo que acreditemos que ele está morto e enterrado, que desapareceu, ele apenas aguarda que um gesto de amor o faça reviver.
Experimente!
Olhe para as pessoas de sua família, para o seu amor, e lembre-se das belas coisas que viveram.
Não deixe que as más lembranças o contaminem.
Focalize toda a sua atenção nos momentos mais felizes.
Abrace, afague, sorria junto, diga o quanto os ama.
E se, de repente, seu coração acelerar, seus olhos ficarem úmidos e uma indescritível sensação de felicidade tomar conta de você, não tenha dúvida: são os efeitos contagiantes e deliciosos do amor.
*
Redação do Momento Espírita.
Em 15.04.2008.
Todos os créditos ao:Momento Espírita
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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Onde o Amor floresce

*
"A fragrância sempre permanece na mão de quem oferece flores."
(Hadia Bejar)
*
Existem vidas que transmitem grandes lições.
Quase sempre são criaturas que não são famosas, nem por serem artistas, políticos, ou terem realizado feitos que alteraram o destino da Humanidade.
São pessoas que vivem o dia-a-dia, junto a outras tantas. Geralmente poucos lhes lembram os nomes.
Foi num documentário televisivo a respeito do Holocausto que ouvimos a história de uma jovem polonesa e seu drama, durante a Segunda Grande Guerra.
Quando Hitler invadiu a Polônia e iniciou a perseguição aos judeus, sua família viveu alguns meses escondida em um porão.
Descobertos, contudo, foram separados e ela nunca mais viu seus pais ou teve notícias de seus irmãos.
No campo de concentração, onde foi colocada, ela padeceu os maiores horrores.
A comida era pouca, o tratamento rude.
As companheiras enlouqueciam. Ou eram mortas. Ou se matavam.
A essa altura, o repórter perguntou à entrevistada se ela nunca pensara em se matar.
Sim, disse ela, mais de uma vez. Quando o frio era muito grande, a fome parecia me devorar e eu não via perspectiva de salvação. Mas, nesses momentos, lembrava de meu pai.
Logo que fomos para o porão nos ocultar dos nazistas, ele me disse: "Filha, aconteça o que acontecer, nunca fuja da vida. Resista até o fim."
E me fez prometer que jamais eu desistiria de viver.
Quando os aliados foram vitoriosos, a jovem e mais 4.000 mulheres foram obrigadas a uma marcha forçada pelos alemães, em fuga das tropas aliadas.
Finalmente, um número muito pequeno delas, que não haviam morrido no longo trajeto, foram abandonadas num campo de concentração e encontradas, mais tarde, pelos americanos.
Aquelas mulheres estavam desnutridas. Algumas sequer podiam se erguer, tal o estado de fraqueza.
Ela mesma, confessa, tinha dificuldades para andar, pesava 30 e poucos quilos somente. E não tomava banho há 3 anos. O seu tempo de aprisionamento.
Então, um oficial americano muito bonito se aproximou dela e a tomou nos braços, carregando-a até um caminhão.
Durante o trajeto ele foi lhe dizendo que ficasse calma, que tudo daria certo, que ela receberia o socorro necessário.
Cinquenta e oito anos depois, frente às câmeras de televisão, ela e o marido mostravam a alegria de sua união.
Bom, o marido não era outro senão o jovem oficial americano que a encontrou magra, suja, desnutrida e a carregou nos braços, naquele dia distante.
Ela não somente teve a sua vida salva naquele momento, sendo resgatada de uma situação de penúria, como encontrou o seu grande amor.
Um amor que atravessou meio século e continua tão forte e especial como nos dias do início do namoro.
Um amor que foi concebido ao final de uma hecatombe e em que o primeiro encontro foi num ambiente de dor, miséria moral e intenso sofrimento.
Ele era o jovem robusto, vigoroso. Ela, uma esquálida jovem, pouco mais que adolescente, sofrida e quase sem esperanças.
Deus tem mesmo inimagináveis caminhos para encontros e reencontros de almas que se desejam unir pelo amor.
*   *   *
Se os dias lhe parecem demasiado pesados, com sua carga de problemas, não desista de lutar.
Se você está a ponto de abandonar tudo, espere um pouco.
Aguarde o amanhecer, espere o dia passar e deixe o sol retornar outra vez.
Quando você menos espera, o socorro chega, a situação se modifica, a problemática alcança uma solução.
Não se esqueça: o amor de Deus nunca falha! Aguarde.
*
Redação do Momento Espírita, com
 base em documentário televisivo.
Em 31.01.2010.
Todos os créditos ao:Momento Espírita
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domingo, 29 de janeiro de 2012

Carta de uma Mãe

*
Nenhuma língua é capaz de expressar a beleza e a força de uma mãe.
*
Mães são criaturas especiais. Elas têm uma visão de mundo toda peculiar.
Guardam experiência porque já viveram mais tempo que seu filho. Experimentaram incontáveis alegrias. Também tristezas, mágoa e dor.
E sabem que, por mais amem seu filho, não poderão impedir que tudo isso ele também experimente: coisas positivas e coisas negativas.
Sabem igualmente que isso faz parte do grande aprendizado que redundará em progresso para ele próprio.
Possivelmente por essa razão é que uma mãe elaborou uma carta, mais ou menos nos seguintes termos:
Caro mundo: Meu filho começou hoje na escola. Durante algum tempo, tudo vai ser estranho e diferente para ele.
Eu gostaria que você o tratasse com carinho.
Até aqui, sempre estive ao lado dele. Aquieto seu coração. Curo suas feridas.
Estou por perto quando ele cai e rala o cotovelo ou o joelho.
Quando ele cai da bicicleta, do skate e tropeça nos cadarços soltos do tênis.
Mas agora tudo vai ser diferente. Esta manhã ele vai sair pela porta da rua, acenar para mim e começar sua grande aventura.
Ele irá aprender provavelmente sobre disputas, tragédia e sofrimento.
Para viver neste mundo é preciso fé, amor e coragem.
Por isso, mundo, eu gostaria que você o pegasse pela mão e ensinasse o que ele precisa saber.
Ensine-o, mas com carinho.
Ensine-o que, para cada malandro que existe por aí, existe também um herói.
E que, em verdade, há muito mais heróis do que malandros.
Heróis anônimos que realizam grandes proezas todos os dias.
Fale-lhe muito mais dos heróis. Incentive-o a se tornar um deles.
Ensine-o que para cada político corrupto existe um líder dedicado.
E narre-lhe detalhes das vidas desses líderes para que os possa imitar.
Ensine-o que para todo inimigo existe também um amigo. Diga-lhe como conquistar e conservar amigos.
Ensine-o sobre as maravilhas dos livros. Livros de ciência, de arte, de grandeza.
Dê a ele um momento de silêncio para que possa ponderar sobre o mistério dos pássaros no céu, das abelhas ao sol e das flores nas campinas.
Ensine-o que é muito mais digno fracassar do que trapacear.
Ensine-o a ter fé nas próprias ideias, mesmo quando todo mundo lhe disser que ele está errado.
Ensine-o a vender seu cérebro e seus músculos pelo mais alto preço.
 Mas faça-o ciente de que seu coração e sua alma nunca devem ser colocados à venda.
Ensine-o a fechar os ouvidos para o clamor da multidão... E manter-se firme e disposto a lutar quando achar que está certo.
Ensine-o com carinho, mundo, mas não o mime, pois é o teste do fogo que produz o aço mais resistente.
Mundo, veja o que você pode fazer por meu filho.
Ele é alguém muito especial.
*   *   *
A educação de uma criança não é somente um trabalho de amor e um dever.
É uma missão importante, desafiadora e honrosa.
Em verdade, ela exige do educador o melhor que ele tenha para dar.
Por isso, maternidade e paternidade são missões das mais nobres, confiadas pela Divindade à mulher e ao homem.
Pense nisso!
*
Redação do Momento Espírita com base no  cap. Carta de uma mãe
ao mundo, de autoria desconhecida, do livro  Histórias para aquecer
 o coração das mulheres, de Jack Canfield, Mark Victor Hansen,
Jennifer Read Hawthorne e Marci Shimoff, ed. Sextante.
Em 03.05.2010.
Todos os créditos ao:Momento Espírita
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Cáritas

Lindas Flores
*
"Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível e, de repente, você estará fazendo o impossível."
 (São Francisco de Assis)
*
Eu sou o sol que aquece a vida, em nome da vida que criou o sol.
Sou eu quem reverdece o campo em beijos cálidos após a demorada invernia.
Eu sou a força que sustenta as criaturas tombadas, a fim de que se ergam, e as desiludidas, para que recomecem o trabalho do próprio crescimento.
Eu sou o pão que alimenta os corpos e as almas, impedindo-os de experimentar deperecimento.
Sou eu a música que enternece o revoltado, e sou o poema de esperança que canta alegria onde houve devastação.
Por onde eu passo, um rastro luminoso fica vencendo a sombra que cede lugar à claridade libertadora.
Eu sou o medicamento que restaura as energias abaladas, e sou o bálsamo que suaviza o ardor das chagas purulentas que levam à agonia e à alucinação.
Sou a gentileza que ouve pacientemente a narrativa do sofrimento e nunca se cansa de ser solidária, conquanto a aflição se espraie entre as criaturas.
Eu sou o fermento que leveda a massa e dá-lhe forma para aprimorar-lhe o sabor.
Sou eu a paz que visita o terreno árido, adornando-lhe a paisagem fúnebre.
Eu sou o perfume carreado pela brisa mansa para aromatizar os seres e os jardins.
Sou eu a consolação que sussurra palavras de fé aos ouvidos da amargura e soergue aqueles que já não confiam em ninguém, aturdidos pelas frustrações e feridos pelas dores pungentes.
Eu sou a madrugada que ressuscita todos aqueles que são tidos como mortos ou que estão adormecidos, a fim de que possam voltar ao convívio dos familiares saudosos e em angústias devastadoras.
Sou eu a água refrescante que sacia a sede de todas as necessidades e limpa os detritos da alma degenerada, preparando-a para os renascimentos felizes.
Eu sou o hálito divino sustentando a criação e penetrando por todas as partículas de que se constitui.
Convido minha irmã, a fé, para que ofereça resistência ao viajor cansado e o alente em cada passo, concedendo-lhe combustível para nunca desistir.
Eu me apoio na irmã esperança que possui o encanto de reerguer e amenizar a aspereza das provações.
Quando elas chegam, o prado queimado se renova, porque se me associam, fazendo que arrebentem flores e frutos onde a morte parecia dominar...
As duas, a fé e a esperança, constituem os elementos vitais da minha alma, a fim de que permaneça conduzindo todos os seres.
O Senhor enviou-me em Seu nome, com a missão de lembrar a Sua presença no Mundo, desde quando me usou para que as criaturas que Lhe desafiaram a justiça e a misericórdia, pudessem recomeçar o processo de evolução.
Vinde comigo ao banquete suntuoso da ação contínua do bem e embriagai-vos de felicidade.
Eu sou a caridade!
*   *   *
A caridade para ser legítima não dispensa a fé que lhe oferece vitalidade; e esta para ser nobre deve firmar-se no discernimento da razão como normativa salutar.
*
Redação do Momento Espírita, com base  em
mensagem do Espírito Cáritas, psicografia
de Divaldo Pereira Franco, em 06.01.99,
 na cidade do Salvador – BA.
Em 28.12.2007.
Todos os créditos ao:Momento Espírita
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Lindas Flores

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Entrevista Imaginária

Papel de parede 'Batismo de Jesus'
*
Lemos um artigo que falava de uma suposta entrevista com Deus.
Alguém imaginou que um repórter se achegou ao Soberano Senhor e lhe perguntou:
O que mais o surpreende a respeito dos homens?
E a resposta foi:
Que eles se chateiam em ser crianças, têm pressa de crescer e quando crescem, desejam ser crianças outra vez.
Que eles perdem a sua saúde na tentativa de ganhar muito dinheiro e então precisam gastar o dinheiro para recuperar a saúde.
Que, por pensarem ansiosamente a respeito do futuro, esquecem o presente, de modo que não vivem nem o presente e nem o futuro.
Que vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se não tivessem vivido.
Porque o silêncio se fizesse espontâneo, o entrevistador aproveitou para perguntar outra vez:
Como Pai, que lições de vida quer que seus filhos venham a aprender?
A resposta generosa não se fez esperar: Aprender que eles não podem fazer que ninguém os ame.
O que podem fazer é permitir serem amados.
Aprender que o mais valioso não é o que eles têm em sua vida, mas quem eles são em suas vidas.
Aprender que não é bom se comparar com os outros.
Cada um tem seu valor, com sua cota de conquistas virtuosas e defeitos a serem trabalhados.
E todos são filhos amados, com os mesmos direitos à felicidade, as mesmas oportunidades de progresso.
Aprender que uma pessoa rica não é a que tem mais, mas a que precisa menos.
Existem criaturas que têm muito e, no entanto, se sentem insatisfeitas.
Sempre lhes falta algo mais.
Aprender que são necessários poucos segundos para abrir feridas profundas em pessoas que amamos.
E podemos levar muitos anos para curá-las.
Aprender que essas criaturas são exatamente as colunas de sustentação das suas vidas.
Aprender a perdoar, exercitando o perdão, mesmo que tenham que começar somente por desculpar.
Aprender que há pessoas que os amam sinceramente, mas simplesmente não sabem expressar seus sentimentos.
É preciso aprender a ler nos olhos delas, nos pequenos gestos, nas palavras que não chegam a ser pronunciadas.
Aprender que o dinheiro compra qualquer coisa, menos a paz de consciência.
Aprender que duas pessoas podem olhar para a mesma coisa e vê-la de forma completamente diferente.
Aprender que nem sempre é suficiente ser perdoado pelos outros, mas é necessário perdoar a si mesmo.
*   *   *
As pessoas esquecem, com facilidade, o que dizemos.
 Também esquecem o que fazemos.
Mas elas nunca esquecem o que as fazemos sentir.
Dessa forma, invistamos no amor, na gratidão, no bem-querer.
Tornemo-nos pessoas que distribuam alegria, tranquilidade, exatamente o que gostaríamos de encontrar no nosso local de trabalho, no trânsito, na escola, no nosso lar.
Pensemos nisso.
 *
Redação do Momento Espírita, a partir de texto de autoria ignorada.
Em 10.11.2011.
Todos os créditos ao site acima.
Créditos das imagens:Papel de parede etc.br
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Papel de parede 'Batismo de Jesus'
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